Colunista do Ambiente Energia diz que, com o gigante potencial que tem, o país precisa acompanhar o mesmo ritmo do vento para não ser preterido pela revolução que a fonte eólica vem operando em todo o mundo
Colunista do Ambiente Energia diz que, com o gigante potencial que tem, o país precisa acompanhar o mesmo ritmo do vento para não ser preterido pela revolução que a fonte eólica vem operando em todo o mundo
A natureza das metodologias e dos parâmetros adotados para a avaliação dos custos globais das diferentes opções energéticas refletirá as políticas energéticas e socioambientais, pois constituem o passo que medeia o discurso e a prática, com a escolha e a implementação das soluções selecionadas
O VEH a etanol abre um novo espaço para começar o processo de substituição do diesel pelo etanol em prazo relativamente curto. A ênfase inicial deve ser nos usos urbanos onde ônibus, caminhões de entrega e outros veículos pesados
A produção brasileira de cana-de-açúcar, de etanol e de açúcar tem um nível elevado de competitividade internacional. Os baixos custos de produção e o maior market-share das exportações mundiais de etanol e açúcar manifestariam tal condição
O perigo não é para as Mudanças Climáticas, mas para as Políticas de Mudanças Climáticas, nas quais a geopolítica do clima deveria ser o fator determinante das escolhas brasileiras
Para a advogada Marilia Bugalho Pioli, especialista na área de energia eólica, exploração e os investimentos na cadeia produtiva desta alternativa energética precisam receber adequada atenção governamental nos próximos anos
Artigo de especialista manifesta preocupação de que a retomada dos debates sobre o marco regulatório do pré-sal deixe de lado a agenda ambiental para exploração sustentável do petróleo. Questão é abordada no livro Temas do Direito Sustentável
A chamada “Economia do Hidrogênio” não é um simples sonho. Pode ser transformada em realidade. As perguntas quese devem fazer são apenas: “Quando?”, “Em que penetração de mercado?” e “A que preço?”, diz colunista
A nova legislação associada à incompletude do processo de reforma da indústria de petróleo e gás contribui para a concentração de mercado no setor de gás natural e para a consolidação da posição dominante da Petrobras, segundo especialista da UFRJ
Por Luciano Losekann* – Ao iniciar o primeiro mandato do governo Lula, o setor elétrico estava em situação crítica sendo clara a necessidade de reformas. O país havia passado por um racionamento que foi um dos fatores que contribuiu para sua eleição. Um ano após a posse, o novo modelo setorial foi implementado.
O Estado passou [...]