• Miguel

    muito bom Jean !!!! O grande problema é que os produtos sustentáveis que são expostos em lojas de shopping e congêneres custam 3 vezes ou mais que um produto similar comum, fato que acaba afastando o consumidor e faz com que a popularidade do produtos sustentáveis fique só no papel e não na prática.

  • Vitor Kirschner

    Este tipo de energia é a minha favorita. Quando o Brasil engrenar, vamos ganhar muito.
    Será que existe alguém que seja contra a esse tipo de solução residual e energética?

    Jean, mais uma vez obrigado, pela sua colaboração para um mundo melhor.
    Abraços.

  • Ana Tereza Castro

    Boa Jean!

  • Ramón Mariano Abeyá

    A lógica sobre o destino de resíduos sólidos só pode ter esse encaminhamento.
    Quando ao custo do método de destinação final, analisa-se a parte financeira, não acrescentando na análise custos indiretos, decorrentes de danos socio-ambientais. Se computados, verá que o aparentemente barato, sai bem mais caro.
    Creio que a solução pra valer, vem da educação, deve vir da consciencia ambiental de cada individuo, e governo, em diminuir a quantidade de resíduos, consumir apenas o necessário, consumir produtos renováveis, cobrar os custos indiretos ambientais dos produtos não renováveis, como cimento, petróleo, metais, plásticos, restringir descartáveis, estimulando embalagens. retornáveis.

    • http://www.verdejeando.blogspot.com Jean Marc Sasson

      Concorod contigo.

      A soluição está sempre na eficiência do consumo!

      Obrigado pelo comentário!

  • Rodrigo

    Perdoem-me por ser chato. Segundo o artigo, será feito o investimento de 600 milhões de reais na usina que produzirá 30 MW. Considerem-na que ela tenha o fator de capacidade máximo – 100% . Então ela gerará 30 MW durante as 24 horas de 365 dias, portanto, ela vai produzir 262.800MW no ano. Dividam os 600 milhões de reais investidos pela geração. O resultado dá o surpreendente valor de R$2.283,11/MW!
    Os números do artigo estão necessariamente incorretos. O MW de Belo Monte custará R$80,00 e o da usina de Teles Pires foi leiloado por R$59,00. O MW das eólicas está na faixa de R$140,00.

    • http://www.verdejeando.blogspot.com Jean Marc Sasson

      Rodrigo,

      Os números estão corretos. Esta notícia foi amplamente divulgada na imprensa.

      Creio estar equivocado.
      No cálculo de Belo Monte, cuja energia garantida é de 4.571 MW. Considerando a capacidade máxima de 100% durante 24 horas de 365 dias, produziria 40.041.960MW. Dividindo pelo investimento INICIAL de 19 bilhões daria o valor de R$ 474,50/MW e não os R$ 80,00. Este valor será o cobrado pela empresa geradora e não o que seu custo.

      No artigo menciono que é uma forma cara de energia, não é a mais barata.

      Mas é muito válida.

      Obrigado pela participação.

  • Jordan Caetano

    O Brasil sofre com uma mentalidade atrasada em relação a fontes de energias "menos óbvias" como é o caso da biomassa. Qualquer forma de produção de energia que implique em um aumento dos custos é vista como pouco eficiente ou até mesmo inviável. Tal forma de pensar da sociedade tem respaldo nas politicas adotadas no país. O governo gasta bilhões em "setores estratégicos da matriz energética" mas fica apático quando tem a possibilidade de investir em uma solução dupla; para o problema dos resíduos sólidos e, de brinde traz consigo a possibilidade de produzir energia.

    • http://www.verdejeando.blogspot.com Jean Marc Sasson

      Que bom que concordou comigo!!!!!!

  • Jose Eduardo Manucci

    Estamos a 6 anos tentando mudar cabeças sobre geração de energia a partir de biomassa e com projeto pronto para implantação de fábrica de briquetes aqui em |Mato Grosso. Em nosso caso este briquete seria carbonizado para uso como carvão para churrasco. Temos montanhas de resíduos agrícolas e florestais, a planta tem um baixo custo e ainda encontramos entraves e falta de interesse político. Falta na verdade muito pouco a ser feito pelo nosso Governo para incentivar este tipo de negócio. No caso da energia fotovoltaica, bastaria medidores de duas vias nas residências, onde pagaríamos a diferença entre o que usamos da rede e o que mandamos para a rede. Simples assim, mas querem cobrar um valor pelo fornecido e o que fornecemos só vale 1/3????

  • Ananias Baracuhy

    O comentário do Jean é bastante oportuno.O econômico é e deve ser uma parte do estudo mas o ambiental é indispensável para se fazer avaliação de viabilidade.Nós temos que dá destino ao nosso lixo e isso tem custo e se associarmos esse trabalho à produção de energia,claro que vamos unir o étil ao agradável e indispensável que é produzir energia.Essa matemática não é somente números comparativos com outras formas de produzir energia,temos que dá destino ao lixo sem exitação,é incompreencível como no Brasil com mais de 80% da população urbanisada e não existe um trabalho eficiente para se tratar o lixo.???O comentário do José Eduardo Manucci é bem objetivo,o fator picaretágem do governo não para de nos perseguir,a energia que viermos produzir,se entregar ao governo,só valerá 1/3 do valor da energia que ele nos vende…até quando esse privilégio da eletrobras vai durar?

  • Rui Gomes

    A comparação de valores entre o exemplo Holandês (R$ 207) e de S. Bernardo Campo (R$60), não se pode considerar completamente correta. Essa é o erro em que se baseia muitas decisões políticas. Ora vejamos: aos R$ 60 temos que adicionar o valor do de ocupação do solo de um lixão ou até um aterro sanitário (esse solo vai ficar inutilizável por muitos anos). Depois somar quais os custos do impacto ambiental impacto que essa solução vai gerar (efluentes líquidos, gasses poluentes e de efeito estufa). Depois ainda qual os custos que vamos ter a tratar a saúde das populações sujeitas a essa poluição. Tenho a certeza que outros R$60 não vão nem de perto chegar. É esse pensamento que falta nos decisores políticos, o de internalizar as chamadas "externalidades" ambientais.

  • lina

    Ainda bem que existem pessoas como você com visão,estou cansada de ver tanta gente limitada,imediatista que so ver apenas numeros,esquecendo que existem pessoas de carne e osso,alienadas,o Brasil tem tudo para ser modelo de preservação a vida,peço a Deus que dê consciência aqueles que não tem o barato sai muito mais do que pensam e a biomassa sai bem mais barata do que os numeros mostra é um questão de prioridade como podemos viver com qualidade de vida com o lixo na nossa porta,tampando bueiros,contribuindo com as enchentes,vamos aprender a lição e fazer bem feito,gastando mais aqui e ganhando muito mais na frente,reciclagem,energias alternativas utilizadas com bom senso,aliadas,conciliadas ao meio ambiente,trazendo um desenvolvimento realmente sustentavel e limpo,colocar nas novas construções energias alternativas,solar,eolica,…reaproveitamento da agua,construções autosustentavel,com educação ambiental em todas as escolas,plantando o saber e colhendo esperança,vida,isso sim um novo recomeçar,um novo olhar,um nova era com respeito a todos

  • Wanderley

    Venho informar que os numeros corretos para a implantação de uma usina para queima de mil toneladas dia, requer um investimento de aproximadamente de 270 milhões, um projeto de última geração e tecnologia avançada usada hoje nos paises de primeiro mundo, usinas que a poluição ao meio ambiente é quase zero onde os gases tem um tratamento apropriado e inovador, o processo recicla todo o lixo e a sobra vai para a queima produzindo a energia limpa. O Brasil precisa acordar enquanto é cedo pois náo ha interesse neste projeto por parte de politicos e correlatos, mas acredito que isto acontecerá em breve para solucionar este grande problema que contamina o nosso meio ambiente (o destino final do lixo). É só os governantes terem posturas condutas e determinações sérias.

    • HOMERO GALANTE

      BOM DIA WANDERLEY, GOSTARIA DE SABER QUAL É O FABRICANTE DESSA USINA QUE O SR. COMENTOU.

      ABRAÇOS E SUCESSO!!!

      homerogalante@hotmail.com

  • Milton Gonçalves

    Se considerarmos as mudanças climáticas que enfrentamos no planeta,qualquer fonte de energia renovável, que venha à contribuir com a diminuição das emissões de gases que contribuem para a diminuição do efeito estufa,dando mais sustentabilidade ao planeta …ISSO NÃO TEM PREÇO.

  • Milton Gonçalves

    Aqui no RS temos uma termoelétrica da CGTEE-ELETROBRÁS à carvão MINERAL de 30 MW, igual a potencia de São Bernardo quase parada ..faz somente 7 MW a FEPAM não deixa produzir mais com Carvão,fiz um projeto para fazer uma co combustão com casca de arroz ,resíduos que o rs tem de aos montes poluindo em lixões em céu aberto produzindo gás metano que é 20 X mais poluente que o CO².. que faria essa termoelétrica produzir os 30MW sem maiores problemas somente com casca de arroz ,mas ficou só na intenção pois à CGTEE não deu importância, pois o Carvão é subsidiado pelo Governo federal e não teria como pagar pelo BRIQUETE de CASCA de ARROZ…ai ta lá a USINA parada e n´s cheio de LIXO por vários MUNICÍPIOS do nosso Estado…ISSO É UMA VERGONHA…..
    Att
    Milton Gonçalves

  • Dan Moche Schneider

    " Preocupa-me, no entanto, a possibilidade de a reciclagem ser preterida, tendo em vista a maior facilidade de incinerar todos os resíduos. A reciclagem jamais poderá ser abandonada, pois ela possibilita a redução de uso de recursos naturais e de energia. Os valores não podem ser invertidos. A reciclagem deve ser sempre a prioridade no tratamento de resíduos sólidos urbanos."

    Jean, grato pela franqueza com que escreve, O problema do projeto de São Bernardo do Campo é justamente esse. Ao contrário do que voce escreveu, a reciclagem ser preterida não é uma possibilidade, mas faz parte do projeto. É um fato!

    Analisei o projeto. A capacidade do incinerador é para incinerar 85% de todos os resíduos sólidos urbanos. As instalações estão projetadas para reciclar apenas 15% dos resíduos secos e úmidos. Em tese o lixo brasileiro é constituido por 55% de resíduos úmidos, 30% de resíduos secos e 15% de rejeitos. Ou seja, 85% poderiam ser reciclados. Na verdade devem ser, por que isso é determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. Duas catadoras de SBC entraram com uma ação popular contra a PMSBC para fazerem valer a lei.

    Agora quero polemizar. A incineração é das alternativas mais caras, das mais danosa e arriscadas à saúde pública e ao meio ambiente, a que mais gera GEE, a que menos aproveita energia (balanço energético global) – reciclagem é muito mais eficiente para a maioria dos materiais – e compete com os principais materiais coletados pelos catadores – papeis paelões e plásticos que contirbuem com alto poder calorífico para os incineradores são os principais materias que sustentam centenas de milhares de catadores pelo país.

    A incineração deixou de ser alternativa nos EUA desde 1995 e, ainda que cresça na Europa, tres vezes mais cresce a compostagem/biodigestão + coleta seletiva.

    A rota tecnológica da incineração não é a mais eficiente e nem responde à Política Nacional de resíduos sólidos.Quem se benefica por sua adoção?

  • Marco Antonio Bohn

    Concordo contigo, Dan Moche. Tentei há uns 10 anos atrás instituir, junto a Prefeitura de Novo Hamburgo e outras do Vale do Rio dos Sinos , Rio Grande do Sul, o que denominei de "Lixo Zero". Os dados dos lixos das cidades daqui do Sul, são mais ou menos o que colocaste no teu texto. O processo seria de reciclagem dos resíduos secos em primeiro lugar, a compostagem dos resíduos orgânicos, com ou sem biodigestão para produção de energia, em segundo lugar e por fim a produção de energia, para a própria usina, com os resíduos não recicláveis ou de reciclagem antieconômica.
    Sabe o que aconteceu? Bati de cara com a politicagem.
    Na realidade o que falta neste país é somente vontade potlítica, porque o resto nós temos, tecnolgia limpa, dinheiro, profissionais capacitados, empreendedores interessados, etc.
    Espero que vozes como a do Jean e a tua sejam mais ouvidas.
    Parabéns. Marco Bohn – Eng. Agrônomo

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