• Newton Barcellos

    Gostaria de informar a vocês que a demanda por biomassa florestal no Brasil não é atendida somente por resíduos florestais e plantações de florestas energéticas. Aqui no Nordeste, por exemplo, os 25 milhões de metros de lenha consumidos anualmente nos setores industrial e comercial da região vêm da vegetação nativa, a Caatinga. Obviamente, a maior parte desse volume é oriundo de desmatamento ilegal. Porém, nós, do MMA/Serviço Florestal Brasileiro, estamos fomentando o manejo florestal sustentável, principalmente junto aos agricultores familiares do semiárido.

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    Florestas energéticas: uma boa alternativa

  • Carlos Lima

    Senhores,
    Complementando as informações do Newton Barcellos temos a dizer que uma Empresa do setor de mineração, no Estado do Ceará, esta reflorestando e recuperando áreas degradadas pela atividade de mineração com uma espécie nativa da Caatinga: a Jurema Preta (Mimosa tenuiflora). Esta empresa pretende chegar a uma área reflorestada de 10 mil hectares com a Jurema Preta, cuja madeira será utilizada no processo de calcinação (energia térmica) do minério de Calcário. Garantindo assim a sustentabilidade no fornecimento de lenha, bem como a revegetação das áreas mineradas. Mesmo que com o objetivo de produzir a lenha o reflorestamento garante a revegetação das áreas mineradas e sempre que colhidas a rebrota será conduzida e, quando a produtividade estiver comprometida a área será totalmente reformada (novo reflorestamento).