• Adriana Carvalho

    Concordo que comunicação é um dos problemas graves. A falta de informações sobre o projeto e a dificuldade de diálogo com os diferentes setores da sociedade estão na base do conflito. Mas também é importante reconhecer que um projeto dessa magnitude não pode ser tratado de forma isolada das demais demandas e questões regionais. Um projeto com mais de 20 anos de história já poderia ter planos mais consistentes para a região e não depender do licenciamento ambiental para dizer o que terá que fazer para garantir maior sustentabilidade.

  • Ronaldo Luís

    O setor elétrico não consegue se comunicar com o grande público. Não cosegue explicar o fenômeno de se ligar um interruptor e "fiat lux". E não consegue explicar que isto tem um custo social e ambiental. Alguns "reclames" do sistema Eletrobrás veiculadfos na televisão, louvável inicativa, ainda é pouco, muito pouco.

    A par disto, ONG's, ditas ambientalistas tem muito mais cancha e liberdade de ação que qualquer empreendedor.

    Mas na raiz desta história toda, existem os marcos regulatórios ambientais, que necessariamente tem que ser revistos e existe o embate político que tem que ser enfrentado e que consiste na resultante de que a geração hidroelétrica é vantagem competitiva para o Brasil e que, por ainda um longo tempo, ocupará lugar de destaque na matriz energética do País.

    Mesmo com os impactos sócioambientais a ela associados.

    Belo Monte ainda ensina a validade de outros ditos populares: empurra com jeito que vai e cateto fora do banco é comida de onça.

    Sobre os tais marcos regulatórios ambientais, hoje, dia 04 de março, acontecerá interessante debate na TV Câmara sobre o Novo Código Florestal, aonde o relator da matéria, Dep. Aldo Rebelo,tercerá argumentos com o Intituto SócioAmbiental. Pena que só na TV Câmara.

  • Pingback: Ana Groba

  • http://silgan@bol.com.br silmara

    Para Ronaldo Luís: Já ouviu falar em energia renovavél? Energia limpa?

    E esse ditado: "empurra com jeito que vai e cateto fora do banco é comida de onça." é coisa de gente que age sem pensar nas consequencias, tipico do jeitinho brasileiro.